Evolução da internet

A internet se tornou disponível no Brasil em 1981 por meio da Bitnet, uma rede de universidades fundada em 1981 e que ligava Universidade da Cidade de Nova York (CUNY) à Universidade Yale, em Connecticut. Para conectar a internet usava um fio de cobre dentro de um cabo chamado submarino, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) ao Fermilab, laboratório de física especializado no estudo de partículas atômicas, que ficava em Illinois, nos Estados Unidos.
Somente em 1994, a internet começa a ser comercializada. A Embratel lança o Serviço Internet Comercial, mas era uma ideia experimental e com conexão internacional de 256 Kbps, foram escolhidos 5 mil usuários para testar os serviços. Em maio de 1995, se torna definitivo no país e o Ministério das Comunicações decide pela exploração comercial, fazendo com que a internet se torne uma tendência por todo o país.
Mas foi só em 1996 que os primeiros players do mercado de provedores iniciaram as operações e, em 1998, devido ao aumento da infraestrutura e, principalmente, pelo crescimento do número de usuários/ mercado consumidor, o Brasil já ocupava o 19º lugar em número de hosts no mundo, ficando atrás somente dos Estados Unidos e Canadá no continente.
A internet passou a ser fundamental na vida das pessoas e no crescimento das empresas, que começaram um processo de digitalização muito forte. A banda larga se consolidou, mesmo com vários problemas estruturais, e continuou crescendo no Brasil. E os provedores de serviço de internet tornaram-se cada vez mais importantes na manutenção e ampliação da tecnologia.
Em 2007, o mercado de provimento de internet movimentava cerca de US$ 114 bilhões em comércio eletrônico. A internet possuía uma base de 40 milhões de computadores instalados no país, cerca de 18 milhões de internautas residenciais, de acordo com o Ibope/NetRatings, em um terreno arado por grandes players do mercado.
Segundo o último levantamento da Teleco – principal consultoria brasileira de telecomunicações, feito em 2015, o Brasil conta com mais de 102 milhões de domicílios conectados, o que representa 58% da população brasileira.
Mesmo com toda essa popularidade, ainda existe cerca de 11milhões de domicílios que ainda não tem acesso a internet, muitos possuem condições de pagar mas não possuem serviços disponíveis para a sua localidade.
                                                 Fonte<  https://eletronet.com/surgimento-e-evolucao-da-internet-no-brasil/>

Surgimento das redes sem fio
A palavra wireless é um termo em inglês e significa “sem fio” (wire - fio, less - sem ou menos). Nos últimos anos tem se popularizado o uso de redes sem fio, porém a idéia de comunicação sem fio não é tão recente assim. Em 1901, um físico italiano chamado Guglielmo Marconi demonstrou o funcionamento de um telégrafo sem fio que transmitia informações de um navio para o litoral por meio de código Morse.
A princípio podemos dividir as redes sem fio em três categorias:
Interconexão de sistemas
LANs sem fio
WANs sem fio
Interconexão de sistemas
A quantidade de fios atrás do computador sempre foi motivo de reclamações dos usuários durante anos. A interconexão de sistemas veio como solução para este problema, ao invés de cabos são usadas ondas de rádio de pequeno alcance para conectar os vários dispositivos no computador. Essa tecnologia é chamada de Bluetooth e com ela é possível a conexão com câmeras digitais, fones de ouvido e até o seu celular sem precisar de instalação de drivers, sendo necessário só aproxima-los ao computador e ligá-los.
A tecnologia Bluetooth foi criada em 1994, iniciativa da empresa L. M. Ericsson em conjunto com as empresas IBM, Intel, Nokia e Toshiba. O nome Bluetooth foi dado em homenagem a Harald Blaatand (Bluetooth) II, um rei viking que conquistou a Dinamarca e a Noruega.
LANs sem fio
Essa categoria está ficando bem popular em domicílios e lugares onde passar cabos para criar uma rede fica muito difícil. Praticamente todos os notebooks e laptops já saem de fábrica equipados com essa tecnologia que também é conhecida como WiFi 802.11G. A velocidade de uma rede com essa tecnologia pode chegar a 54 Mbps e pode chegar a distâncias de dezenas de metros. O objetivo principal dessa categoria é a mobilidade, ou seja, esteja conectado a qualquer hora em qualquer lugar.



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